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John Green está de volta na adaptação de Tartarugas até lá embaixo do Max

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O Max revelou o trailer e a data de lançamento de Tartarugas até lá embaixo, nova adaptação vinda dos livros de John Green.

Na trama, Aza Holmes é uma adolescente que sofre de uma ansiedade ligada a limpeza e micróbios. A adolescência já é difícil o suficiente e tudo vai piorar quando ela reencontra seu amor de infância e percebe que não sabe bem como lidar com todas as questões comuns da juventude, somadas ao seu transtorno.

Tartarugas até lá embaixo é estrelado por Isabela Merced (Madame Teia) e Felix Mallard (Locke and Key). Chega no dia 5 de maio no Max.

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Morre aos 91 anos o cartunista brasileiro Ziraldo

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Cartunista morreu em sua casa de causas naturais.

Conhecido por sua extensa carreira como artista, desenhista, pintor e por suas grandes e icônicas obras, Ziraldo morreu no último sábado, dia 06/04.

Conhecido pelos personagens icônicos como o Menino Maluquinho e a Turma do Pererê, Ziraldo ganhou diversos prêmios ao longo de sua vida, incluindo o Jabuti e o Nobel Internacional de Humor.

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Eventos [São Paulo] – Sessão de Autógrafos de Maneiras de Temer o Fim do Mundo

Sessão de autógrafos ocorrerá no domingo, 07/04 das 13 às 17 hs na Livraria Gato Sem Rabo, localizada na Rua Amaral Gurgel, 352, no bairro de Vila Buarque, SP.

Maneiras de temer o fim do mundo é o livro de estreia da autora Maria Alice Stock. O livro de crônicas é publicado pela editora Helvetia, custa R$44,90, e já contou com lançamento em Genebra, na Suíça, onde a escritora mora atualmente.

“Maneiras de temer o fim do mundo” é um livro repleto de delicadeza e bom humor sobre as belezas e os desafios que o cotidiano oferece e como isso impacta no amadurecimento dos personagens. “Esse livro é como um filme: colorido, divertido, movimentado. Fácil de ler, curto, dá para ler em um dia só. Vai lembrar coisas da infância, trazer um sorriso aos lábios, bater aquela saudade boa nos leitores”, fala a escritora.

O evento é gratuito e contará com uma programação literária: a autora lerá um conto do livro, fará uma rodada de perguntas com os participantes e irá autografar a obra. Os interessados podem saber mais sobre o evento pelo Instagram oficial de Maria Alice Stock e quem confirmar presença pelo Sympla ganha uma crônica inédita.

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Duna Parte 3 está em desenvolvimento com Dennis Villeneuve

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Já considerado um dos maiores sucessos de 2024, Duna Parte 2 já tem sua continuação confirmada. Em matéria da Variety, foi confirmado que Dennis Villeneuve está trabalhando em duas novas adaptações: Nuclear War: a Scenario, livro da ganhadora do Pulitzr Annie Jacobsen; e Duna Parte 3, que deve adaptar o segundo livro da série, o Messias de Duna.

Nuclear War: a Scenario imagina a geopolítica mundial caso uma bomba nuclear fosse detonada. Para isso, a autora entrevistou diversos especialistas na área incluindo militares e desenvolvedores de armas. Já Duna Parte 3 deve seguir com a história de Paul Atreides 12 anos depois dos acontecimento finais da Parte 2 enquanto acirra as disputas de poder por Arrakis.

Ambos filmes ainda não possuem data de lançamento.

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Super Literário Podcast S07E01 – Com Olívia Pilar

De Entre estantes a Um traço até você. Hoje Victor Rogério faz uma super entrevista com a autora e pesquisadora Olívia Pilar.

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Super Literário Podcast S06E13 – Season Finale – Melhores Momentos

2023 foi um ano completamente maluco. Hora de relembrar os melhores momentos do podcast ano passado!

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[Maratona Oscar] – Resenha – Assassinos da Lua das Flores

Scorcese desenvolve um western as avessas pra provar que tramas de máfia cabem em qualquer lugar!

No início do século 20 Oklahoma é um território indígena onde a nação Osage prospera através da descoberta de diversos pontos de extração de petróleo. Insatisfeitos com o domínio e enriquecimento do povo originário, rancheiros da região cobiçam o controle para si e dão origem a uma série de assassinatos de vários Osage donos de terras. A investigação no entanto, não será simples.

Assassinos da Lua das Flores é um relato real baseado numa história protagonizada por um povo originário dos EUA. No entanto, Scorcese entende muito bem seu lugar nessa trama e sabe que jamais seria completamente competente em narrar essa história do ponto vida dos oprimidos e opta por deixar as câmera assistirem a situação toda do ponto de vista de Ernest Burkhart, sobrinho de um dos rancheiros da área (Robert de Niro) que retorna da guerra e se casa com Molly (Lilly Gladstone) uma das donas de terras petrolíferas.

Ernest está no meio dessa guerra. Ele claramente nutre algum amor por sua esposa, mas também é alguém que já muito desumanizado na guerra e ainda tem grande ligação com seu tio. A medida que os assassinatos vão crescendo, Ernest vai sendo cada vez mais envolvido na guerra e a atuação de Leonardo Di Caprio é bem afinada com o conflito que o personagem vive.

Scorcese está mais afinado do que nunca. O filme tem cinematografia clássica de um western (o cenário ajuda bastante, aliás). Mas o diretor não abandona o clássico que o levou ao sucesso e deixa aqui e ali pitadas de máfia. O clima poeirento acaba criando um western bem disruptivo que foge dos clássico e pode se tornar, (por que não?) um novo clássico. A grande questão aqui é o tempo: a trama instigante não é suficiente para impedir que as quase 3 horas e meia de filme não se tornem cansativas em nenhum momento.

No final, Assassinos da Lua das Flores mostra que o Scorcese segue mais afinado que nunca na direção, mas a edição mesmo deixa um pouco a desejar.

Assassinos da Lua das Flores está disponível no Apple TV + e foi indicado a 9 Oscars incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz, Melhor Direção e Melhor Ator Coadjuvante.

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[Maratona Oscar – Resenha – Barbie

Greta Gerwig abandona o cult de Lady Bird e Adoráveis Mulheres para produzir uma completa galhofa… cult. E justamente por isso o filme é tão bom.

É até interessante lembrar o Oscar de 2021 quando tanto Chloé Zhao, quanto Greta Gerwig (a primeira ganhadora do Oscar de Melhor filme e a segunda indicada a diversos prêmios por Adoráveis Mulheres e A Ilha de Bergman) foram confirmadas em duas grandes produções mais ligadas a cultura pop: Eternos e Barbie. A primeira não foi tão bem sucedida em aliar direção diferenciada com um produto 100% cultura pop. Já a segunda foi o total inverso: Barbie foi um sucesso de público, crítica e ainda deixou a marca dela bem clara para que todos vissem.

Possivelmente o filme mais surtado do Oscar 2024 conseguiu juntar uma direção afinadíssima de Greta Gerwig com um elenco e trilha sonoras super estrelados para abordar um dos brinquedos mais conhecidos da história da humanidade. E ainda que essa descrição pareça apenas um grande comercial da Mattel, a diretor foi totalmente bem sucedida em produzir não só um filme de Oscar e também não só um filme pop.

A pacata Barbieland, um lugar onde todas as Barbies e Kens (e todos os personagens adjacentes) vivem plenamente e em paz tem sua calmaria abalada de repente e a Barbie mais Barbie de todas (Margot Robbie) vai precisar enfrentar os perigos do mundo real para tentar salvar seu mundo e entender tudo que está acontecendo. A sinopse parece até um clássico dos anos 80 de personagens de alguma franquia indo parar no mundo real e Greta até usa bem alguns clichês dessa ideia.

Mas quando somos apresentados às personagens do mundo real Gloria e Sasha (America Ferrera e Ariana Greenblatt) começamos a entender que as metáforas e o roteiro pretendem ir bem mais longe que isso. Na prática Barbie usa de elementos lúdicos de um brinquedos para discutir questões sensíveis da sociedade em especial as mulheres e feminismo. A Barbie de Margot Robbie que se vê como um grupo majoritário na Barbieland, de repente passa a ser uma minoria feminina do mundo real. O mesmo choque passa pelo Ken de Ryan Gosling vivendo o processo inverso.

É impossível separar Barbie de todo o universo infantil que está aliado diretamente a ela e a direção foi muito feliz em não tentar fazer isso. Ao mesmo tempo Greta guarda muito bem todas as suas críticas a sociedade para usar nos momentos mais oportunos possível. É essa mistura que faz o filme ser tão bom e tão diferente ao mesmo tempo.

Barbie está disponível no Max e nas plataformas de aluguel online e foi indicado a 6 Oscars incluindo Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro adaptado.

Quer saber mais sobre a nossa opinião sobre o filme? Escute nosso podcast:

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[Maratona Oscar] – Resenha – Maestro

Sobre uma figura não tão cultuada da cultura pop, Maestro traz uma biografia bem musical de Leonard Bernstein.

Leonard Bernstein não é uma figura tão conhecida nos dias atuais, mas a sua época carregou um certo nível de polêmica e controvérsia. Bissexual, o maestro teve um relacionamento de mais de 30 anos com a atriz chilena Felicia Montealegre, ao mesmo tempo em que mantinha casos com diversos homens. Incomum para os conservadores ano 60/70, os affairs de Leonard era conhecidos por sua esposa e funcionavam como um acordo do casal.

Maestro procura lançar luz sobre esse relacionamento ao mesmo tempo que usa música, teatro e cinema como pontes entre os vários momentos da vida de Leonard e Felícia. Desde a primeira grande apresentação do maestro, quando ainda apenas um assistente que acabou tendo a chance de substituir a atração principal da noite, passando pela subida na carreira de atriz de Montealegre, pelos noivados até finalmente chegarem seus três filhos e como a complicada relação afetou a vida de todos.

Em termos de biografia, Maestro é bem mais competente que Oppenheimer em contar a vida de um personagem histórico e aliar sua temática (no caso aqui a música) a cinematografia da trama. A primeira hora de filme é em preto e branco representando bem a época em tudo está acontecendo. Várias transições de cena são feitas em plano sequência. O apartamento do jovem Leonard vira rapidamente o palco de sua primeira grande apresentação. O jantar bucólico de campo do casal, de repente leva ambos para dentro de um teatro para que o maestro apresente à sua amada sua novas criações. Isso traz uma dinâmica bem interessante ao desenvolvimento dos personagens.

A grande falha aqui talvez seja a forma como a direção de Bradley Cooper leva os affairs de Leonard. Vários homens passam pela vida dele ao longo das 2h 9m do longa. Mas de fato nenhum deles é bem aprofundado. Alguns até ganham alguma importância, geram conflitos, mas fica sempre a sensação de são apenas um revés no casamento, sendo que na realidade Bernstein teve verdadeira relações amorosas com vários desses amantes.

Vale destaque para a trilha sonora, pautada em grandes clássicos orquestrados e para a maquiagem. Bradley Cooper e Carey Mulligan vivem por volta de 30 anos da vida do casal principal da trama e a maquiagem e o figurino demonstraram mais que perfeitamente a passagem de tempo. A parte mais triste que vem ao final com o câncer de Felícia sacramenta Carey como uma das melhores atuações desse ano.

Maestro não é um dos favoritos à estatueta de melhor filme, mas cumpre muito melhor a missão de ser uma biografia que a outra que também está indicada ao prêmio.

Maestro está disponível na Netflix e foi indicado a 7 Oscars incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Roteiros original.

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[Maratona Oscar] – Resenha – Oppenheimer

Christopher Nolan volta à direção para uma biografia mais preocupada em explicar física quântica que em contar uma história.

Não há como dizer que a humanidade não alimente um certo fascínio pela guerra. Não a toa tantos filmes de guerra são desenvolvidos em produções grandiosas e faturam tantos prêmios. Oppenheimer chega como mais uma obra focada em um personagem de grande destaque da 2ª Guerra e da Guerra Fria. A dúvida principal é se o protagonista de fato é a figura histórica que dá o título ou a própria bomba atômica.

Robert Oppenheimer é uma dessas clássicas figuras controversas de guerra. Idealizador da bomba atômica, isso já sabemos afinal é o mote principal da trama. Mas também é dado grande destaque a sua eterna fome por conhecimento e o desejo de ter sua genialidade reconhecida. Sua relação de amor e ódio com a política e o ódio e amor pela filosofia. É de fato um personagem interessante para uma biografia, não fosse o fato de Christopher Nolan desenvolver uma bio pic da forma mais estranha possível.

Outro fato que ninguém pode negar é como Nolan é expositivo. As partes mais maçantes de Interestelar passam sempre por explicações exaustivas dos cientistas sobre conceitos as vezes até muito batidos de hollywood. Em Oppenheimer ele elevou isso a uma nova potência, com diálogo extensos sobre física nuclear num nível que o espectador começa a contestar se o verdadeiro protagonista não é a bomba.

Visualmente não há o que contestar, o filme é lindo. Os takes apresentando aos poucos a grande explosão que virá ao final são no mesmo nível do buraco negro Gargantua em Insterestelar. De atuações também estamos muito bem servidos: Cillian Murphy no papel principal, apoiado por Robert Downey Jr., Emily Blunt e Florence Pugh mostraram uma baita sintonia, entregando ótimas cenas.

O grande problema é como o roteiro costura mal tudo isso. Seja com diálogos por vezes complicadíssimos de entender, seja por uma necessidade de ser chapa branca e não chegar nem perto de abordar a desumanidade que foi o uso da bomba em si, Oppenheimer termina como mais um exemplar de guerra que tentar muito, mas acaba sendo só mais um.

Oppenheimer está disponível nas plataformas de compra e aluguel online e foi indicado a 13 Oscars incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Fotografia.

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